Cientistas na trilha do asteroide que matou os dinossauros
DESCRIÇÃO – Para compreender melhor a natureza do objeto celeste que devastou a Terra há 66 milhões de anos, a equipa conduziu novas análises da fina camada geológica global que marca o evento. Indica uma categoria especial de meteoritos relativamente raros.
Há 66 milhões de anos, um asteróide com aproximadamente 10 km de diâmetro (aproximadamente o tamanho de Paris) colidiu com a Terra. Mesmo antes de aterrar, este gigante, maior que o Everest e provavelmente chegando a velocidades superiores a 70.000 km/h, deve ter gerado uma enorme onda de choque, aquecendo localmente a atmosfera a vários milhares de graus. O evento foi provavelmente mais brilhante que mil sóis. E esta mistura de radiação e calor provavelmente destruiu toda a vida terrestre por centenas de quilómetros antes mesmo de atingir o solo.
Quanto ao impacto em si, é difícil imaginar a sua violência. O asteróide caiu nas águas rasas que cobriam a atual Yucatán, no México, onde uma cratera com mais de 180 km de diâmetro foi encontrada na década de 1980, deixada para trás por este evento cataclísmico. Este último aparentemente levou a um tsunami global, cuja extensão os investigadores ainda estão a tentar determinar. A Terra provavelmente tem…