Na COP30, o investimento da China em tecnologia verde oferece um vislumbre de esperança


Mais de 40.000 delegados de quase 200 países trabalharam esta semana na cidade brasileira de Belém, nos limites da floresta amazónica, para o que parece ser uma tarefa cada vez mais esquecida: abrandar e mitigar o sobreaquecimento do nosso planeta.

Mas embora o seu trabalho na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas de 2025, conhecida como COP30, seja certamente importante, esta última reunião ocorre no meio de uma mudança dramática – juntamente com um incrível vislumbre de esperança – na política de alterações climáticas.

Se e como o mundo irá adoptar tecnologias de energia limpa – substituindo o petróleo, o gás e o carvão com alto teor de carbono – depende menos destas reuniões anuais do que das agendas políticas internas de cada nação individual.

Por que escrevemos isso

À medida que a conferência climática COP30 se reúne no Brasil, Pequim e Washington assumiram posições opostas sobre as alterações climáticas. Donald Trump chama isso de “fraude”. Xi Jinping investiu bilhões em tecnologia verde este ano. Qual visão será mais clarividente?

E nenhuma nação importa mais do que duas superpotências energéticas com interesses diferentes e abordagens cada vez mais divergentes às alterações climáticas: os Estados Unidos e a China.

O presidente dos EUA, Donald Trump, chamou recentemente as alterações climáticas de “a maior farsa de sempre”. Tem estado a reduzir os subsídios do antigo Presidente Joe Biden à energia verde, duplicando a principal produção de petróleo e gás dos EUA e ignorando a conferência de Belém.

O líder chinês Xi Jinping está a fazer uma aposta económica muito diferente.



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