Na Alemanha, o executivo foi enfraquecido pela utilização do teor conservador do AGP
DESCRIÇÃO – Após a demissão do líder do grupo CDU-CSU no Bundestag, Jens Spahn, sob pressão do seu próprio campo, o chanceler sugeriu que uma remodelação ministerial poderia ocorrer.
Um anúncio de nascimento… E três dias depois, outra demissão. No sábado, o presidente do grupo CDU-CSU no Bundestag, Jens Spahn, anunciou que iria renunciar ao cargo após a acesa polémica provocada pelo anúncio do seu recurso à barriga de aluguer (GPA) nos Estados Unidos com o seu marido. Uma decisão que poderá abrir caminho a uma remodelação ministerial, sugeriu o chanceler Friedrich Merz (CDU), chefe de uma impopular coligação governamental CDU-CSU-SPD, marcada por conflitos e sob pressão da forte ascensão da extrema direita.
Tudo começou na quarta-feira, 15 de julho, quando o tablóide Imagem revelou que Jens Spahn e Daniel Funke se tornaram pais. Uma selfie compartilhada pelo casal mostra os dois quarenta anos com um carrinho. Numa mensagem dirigida aos seus entes queridos, escreveram: “Queridos amigos, nasceu o nosso filho Georg. (…) Estamos muito felizes e apaixonados pelo nosso filho e mal podemos esperar para apresentá-lo a vocês em breve. »