Como o presidente da FIFA, Gianni Infantino, lida com críticos como a chefe do futebol norueguês, Lise Klaveness
Mas Infantino apoiou o Catar. Num discurso proferido às vésperas da Copa do Mundo, ele acusou os críticos do torneio, especialmente os de países europeus e ocidentais, de “racismo” e “hipocrisia”. E, numa tentativa de unidade, declarou: “Agora, sinto-me catariano. Agora, sinto-me árabe. Agora, sinto-me africano. Agora, sinto-me gay. Agora, sinto-me deficiente. Agora, sinto-me trabalhador […]