“Em breve” a Rússia deverá submeter-se à paz
O líder britânico exortou os seus amigos em todo o mundo a continuarem a pressionar pelo fim do conflito entre a Rússia e a Ucrânia no início de uma conferência internacional no sábado que visa pôr fim às hostilidades entre os dois países.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse numa reunião com muitos líderes europeus que “em breve” a Rússia deverá iniciar negociações para pôr fim à guerra de três anos.
Ele também se dirigiu ao grupo, conhecido como “coligação dos dispostos”, composto por muitos líderes da Europa e da Austrália, Nova Zelândia e Canadá, mas não dos Estados Unidos.
“Em breve, ele terá que sentar-se à mesa”, disse Starmer sobre o presidente russo Vladimir Putin, cujo país invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.
Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, instou Moscou a aceitar o acordo de cessar-fogo que os representantes dos EUA e da Ucrânia alcançaram com a Arábia Saudita, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que “a bola está no campo da Rússia”.
Putin disse que apoia o cessar-fogo, mas a Rússia ainda tem certas condições e questões que devem ser respondidas antes de se chegar a qualquer acordo.
No seu discurso transmitido pela televisão, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que Putin está de prontidão e exigiu mais “para que nada possa acontecer”.
Entretanto, os EUA aumentaram as sanções ao petróleo e ao gás russos e aos seus sectores económicos.
As conversações de sábado entre os líderes mundiais poderão abordar a futura ajuda militar e económica à Ucrânia e as preocupações sobre a segurança de Zelenskyy se um acordo de paz for alcançado. Zelenskyy participou da sessão de vídeo online de sábado.